Prezados,
Segue mais uma página de nossa apostila.
Capítulo 18 - pág. 35
domingo, 16 de dezembro de 2012
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
APOSTILA - Capítulo 17
Prezados,
Seguem mais três páginas de nossa apostila.
Capítulo 17 - pág. 32
Capítulo 17 - pág. 33
Capítulo 17 - pág. 34
Seguem mais três páginas de nossa apostila.
Capítulo 17 - pág. 32
Capítulo 17 - pág. 33
Capítulo 17 - pág. 34
sábado, 24 de novembro de 2012
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
APOSTILA - Capítulo 12
Prezados,
Seguem hoje mais duas páginas de nossa apostila.
Capitulo 12 - pág. 26
Capítulo 12 - pág. 27
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
APOSTILA - Capítulo 11
Prezados,
Seguem hoje mais duas páginas de nossa apostila.
Capitulo 11 - pág. 24
Capítulo 11 - pág. 25
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
APOSTILA - Capítulo 9
Hoje são postadas as páginas referentes ao capítulo 9 da apostila.
Seguem os links.
Capítulo 9 - pág. 21
Capítulo 9 - pág. 22
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
APOSTILA - Capítulo 7
Hoje são postadas as páginas referentes ao capítulo 7 da apostila.
Seguem os links.
Capítulo 7 - pág. 16
Capítulo 7 - pág. 17
Capítulo 7 - pág. 18
Capítulo 7 - pág. 19
Seguem os links.
Capítulo 7 - pág. 16
Capítulo 7 - pág. 17
Capítulo 7 - pág. 18
Capítulo 7 - pág. 19
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
APOSTILA - Capitulo 6
Olá a todos, mais um capítulo sendo disponibilizado hoje.
Um grande abraço a todos.
Capitulo 6 - Pág. 13
Capítulo 6 - Pág. 13a
Capítulo 6 - Pág. 14
Capítulo 6 - Pág. 15
Um grande abraço a todos.
Capitulo 6 - Pág. 13
Capítulo 6 - Pág. 13a
Capítulo 6 - Pág. 14
Capítulo 6 - Pág. 15
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
domingo, 12 de agosto de 2012
A ORIENTAÇÃO DA INDÚSTRIA
Na historia da indústria, existem
capítulos que se destacam por alterar em alguns graus a direção do
deslocamento evolutivo. Refiro-me a dois acontecimentos relativamente
próximos, onde o segundo só existiu pelo fato de ter o primeiro
como referência.
O primeiro diz respeito, as formas que
aumentaram a capacidade na escala quantitativa da produção. Uma
revolução que proporcionou a imperceptível diferença na aparência
e desempenho entre produtos saídos da mesma esteira. Esse
acontecimento foi liderado pelo calor do motor a combustão,
denominado por alguns historiadores como “movimento fordiano”.
Outras indústrias da época tiveram
ações com o mesmo objetivo, mas não possuíam um produto que
movimentasse a mesma variedade em mão-de-obra e matéria-prima e com
simpatia suficiente para patrocinar uma mudança, todos ótimos
ingredientes para promover a ascenção ecônomica. Essas foram as
razões pelas quais a indústria automobilística liderou a produção
em grande escala. O mercado da época reforçou o cenário pedindo
máquinas e equipamentos de alto desempenho para produzir bens de
consumo em volume que até então não havia sido fabricado.
É no item máquina e equipamento - os
bens de produção - que pretendo me aprofundar. Essas máquinas
deveriam ter motor capaz de transformar energia elétrica em
movimento que, transmitido mecanicamente, deveria chegar ao efeito de
transformação e beneficiamento com o melhor resultado possível.
Coisa semelhante já havia acontecido na Inglaterra usando o motor a
vapor para transporte coletivo maritimo e ferroviário.
Para que a máquina trabalhasse com a
velocidade da cultura de consumo instituída pelos americanos em
meados do século XX teria que ser feita com materiais mais
elaborados, sistemas de lubrificação forçada, melhores
transmissões mecânicas, além de amplo monitoramento para evitar
variáveis e desgaste prematuro. Requisitos como esses justificaram
enorme investimento em avanço tecnológico os quais, por sua vez,
tiveram importância singular.
Empresas como Niagara e Minster
protagonizaram a escalada tecnológica no setor de prensa a ponto de
chegarem a impressionantes 1300 golpes por minuto. Alguns fabricantes
na Europa acompanharam com sucesso o novo ritmo, no caso de prensas
podemos citar entre outras a Suíça Bruderer.
A implantação da indústria japonesa
foi o segundo capítulo. Esta implantação teve a tutela americana e
partiu do zero. Grupos de empresários japoneses, graças ao fim da
segunda guerra mundial, visitaram as indústrias americanas e ficaram
impressionados com o virtuosismo e diversidade.
Mas um aspecto incomodava aqueles
espíritos orientais. Seria necessária tanta tecnologia com foco na
velocidade? Porque não transferir parte do investimento em
tecnologia administrativa?
É bom que se diga que os americanos
sempre foram referência em administração, a novidade proposta pela
futura indústria japonesa era a mudança do foco em administração
da produção. A tese japonesa encontrou respaldo na equipe americana
que facilitava e de certo modo até se interessava pela política de
desenvolvimento no Japão. A abrangência da nova filosofia passava
pelos fornecedores que podiam ser corporativo ou familiar, com a
intenção de criar entre outras coisas um resultado que virou uma
das marca deste movimento, “O estoque mínimo”.
Apesar das perdas sem precedentes, foi
a maneira que se implantou a indústria japonesa que tem ajudado hoje
em sua recuperação após um tsunami que acabou com boa parte da
ilha. É isso que torna a diversidade cultural um valor imbatível.
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
APOSTILA - Capítulo 4
Olá a todos,
Segue agora o 4º Capítulo de nossa apostila. estamos preparando novas postagens também não deixem de passar pelo blog nos próximos dias.
Aguardamos suas opiniões.
Capítulo 4 - Pág. 8
Capítulo 4 - Pág. 9
Segue agora o 4º Capítulo de nossa apostila. estamos preparando novas postagens também não deixem de passar pelo blog nos próximos dias.
Aguardamos suas opiniões.
Capítulo 4 - Pág. 8
Capítulo 4 - Pág. 9
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
APOSTILA - Capítulo 3
O terceiro capitulo contem três paginas e trás uma lista sobre resistência ao cizalhamento com 117 materiais, esta lista é resultado de uma coletânea de ensaios realizados em varias empresas.
Uma tabela classifica estes materiais em cinco grupos.
Espero que gostem.
Capítulo 3 - Pág. 5
Capítulo 3 - Pág. 6
Capítulo 3 - Pág. 7
Uma tabela classifica estes materiais em cinco grupos.
Espero que gostem.
Capítulo 3 - Pág. 5
Capítulo 3 - Pág. 6
Capítulo 3 - Pág. 7
domingo, 22 de julho de 2012
APOSTILA - Capítulo 2
Conforme anunciado, postamos hoje o segundo capítulo de nossa apostila.
Espero que gostem.
Capítulo 2 - Página 3
Capítulo 2 - Página 4
Espero que gostem.
Capítulo 2 - Página 3
Capítulo 2 - Página 4
domingo, 15 de julho de 2012
APOSTILA - Capítulo 1
As três postagens anteriores dão
uma prévia do trabalho que começa com a disponibilização deste primeiro
capitulo. Após 30 anos de atividade no setor de conformação de laminados, foi
possível juntar material de boa parte das técnicas usadas, cuja origem deve-se,
principalmente, ao contato com as indústrias que representam o que há de melhor
na Europa e América.
A experiência acumulada
possibilitou a criação de um sistema, que agiliza, amplia e universaliza a obtenção
de produtos a partir de lâminas. Durante muito tempo, nos debruçamos sobre a forma
mais eficiente de divulgação do referido sistema. Conclusão: a criação de uma Apostila que possibilitasse o acesso de
empresas de matrizaria, fabricantes de componentes para estampo, estudantes e
profissionais do setor e que expusesse desde o projeto de produto e meio produtivo,
até construção e manutenção do estampo dentro do sistema proposto.
A partir de hoje todos terão
acesso à literatura sobre o sistema, a forma como ele foi elaborado e, o
principal, a um fórum para comentários e discussões sobre o sistema, o que
viabilizará seu constante desenvolvimento. Os capítulos semanais, com texto e
ilustração de fácil compreensão, abordarão todos os componentes do estampo e
suas características.
O Blog Conform-lam
permitirá o constante debate sobre cada capítulo e também um contato direto
entre os leitores para o esclarecimento de dúvidas e o oferecimento de
sugestões. Mais que o desenvolvimento do setor este trabalho busca promover uma
nova perspectiva que vá além da produção industrial.
Ao longo desta publicação, serão
lançados volumes de componentes padronizados com níveis de usinagem a serem
administrados em caso de estoque além de: especificação de material, tratamento
térmico e tolerância, permitindo a inserção em projetos.
segunda-feira, 9 de julho de 2012
O LUCRO VEM DA ROTINA. A ROTINA, DO DESENVOLVIMENTO DO SISTEMA
Tive a
oportunidade de conhecer a tecnologia de uma empresa sediada na Alemanha, mais
precisamente em Füzen. A qual contribuiu de maneira significativa em uma
atividade que naquele momento eu não assumia nem para mim, mas alimentava,
formando um banco de dados. Até o contato com esta empresa, eu não encontrava
justificativa ou clareza suficiente para dividir essa atividade paralela com
alguém, mas, até então, já havia passado seis anos. Eu tinha um volume
interessante e incomodo de informação, sem ter certeza de um bom motivo para
continuar o “projeto”. A citada empresa é a Bihler, líder e pioneira no
seguimento de centro de estampagem acionado por curvas.
A oportunidade
surgiu depois de participar de alguns trabalhos no Brasil usando esse
equipamento. Eu pude conhecer de perto a técnica de acionamento por curvas, que,
no caso das máquinas Bihler, tem particularidades: o princípio mecânico é
simples, eficiente e esteticamente bonito de ver funcionando. Mas o que me
chamou a atenção foi á história do sistema, cujo autor é o Sr. Otto Bihler.
Esse senhor,
em meados da segunda guerra, vivia o dilema de atender uma necessidade da
indústria. A dificuldade era desenvolver meios produtivos para produtos com as
seguintes características: peças metálicas a partir de arames e fitas estreitas,
com dobras amplas e muito retorno elástico. Dois itens que ilustram bem este
seguimento são: o clips de papel e o anel de pistão automotivo. Uma variedade
de clientes e peças deste tipo exige processos de conformação onde os ângulos de
ataque para dobra são os mais variados, somado à necessidade de regulagem do
punção para absorver o retorno elástico.
Para a
produção de tais peças, o estampo com progressão linear era alternativa inviável,
devido à limitação no ângulo de ataque. Com isso, a única peça comum entre os
projetos era os parafusos norma DIN, ou seja, os meios produtivos eram
insustentavelmente autorais, seria comparável a um protético, há trinta anos, usando
os seus recursos no ajuste de uma prótese dentária já na boca do paciente.
Diante do
cenário, o Sr. Otto Bihler percebeu que, deixando a sua empresa crescer, sob às
exigências de cada cliente, que impunham variados princípios mecânicos para
desenvolver o meio produtivo, ele não teria uma empresa, mas sim uma quimera.
Disse
o Sr.Otto:
- Preciso
desenvolver um sistema com parâmetros confiáveis e usa-lo como plataforma
operacional.
O primeiro passo
foi buscar o que havia de mais eficiente na historia da fabricação destes
produtos. Isso feito, era preciso adotar o melhor principio mecânico, com a
preocupação de ter um sistema aberto e passível de receber equipamentos
periféricos, e o melhor, sem cercear a criatividade dos profissionais de
projeto. A redução do traço autoral criou uma rotina saudável para a empresa,
abaixando os custos, tudo que não se enquadrava no sistema era especial e,
portanto tinha valor adequado.
Hoje a Bihler
é fornecedora tradicional dos anéis para pistão da Mercedes Bens, equipa os
maiores fabricantes de mola no mundo, e tem sido boa aluna na aula de mandarim.
sábado, 30 de junho de 2012
FORNECEDORES PARA TRANSFORMAÇÃO DE LAMINADOS
Com relação ao que já se falou sobre o efeito da mudança estrutural
ocorrida na última década do século 20 no Brasil, é importante abordar o
reflexo no setor de laminados. Seguimento onde as mudanças mais intensas partiram das
indústrias de bens de consumo, detentoras do produto, e que assumiram com mais nitidez a posição de montadoras, ficando apenas com células
estratégicas na transformação de matéria prima. Os departamentos responsáveis
pela contratação ganharam capacidade administrativa para
desenvolver novos fornecedores de estampados e renovar com os atuais. Contudo, tais departamentos, como
não podia ser diferente, ainda dependiam de tramites internos, por exemplo, a liberação de verbas do departamento financeiro, que de praxe liberava as verbas para
desenvolvimento condicionadas à segurança em todos os níveis. Com a ampliação da rede fornecedora, essa condição era atingida apenas no limite do cronograma, fato que obrigava a revisão do cronograma inicial.
Os fornecedores de componentes estampados, por considerar a
verticalização um risco, resistiam no investimento em equipamento e capacitação
técnica para desenvolvimento de meio produtivo. Até porque, a busca de crédito não era
recomendável devido à política financeira do período. Sendo assim as montadoras tiveram
que flexibilizar e aceitar fornecedores que terceirizavam a construção dos estampos - em ferramentarias - desenvolvendo apenas uma parte do meio produtivo. Em alguns casos, os fornecedores de estampados dedicavam-se exclusivamente a estampagem, assim subdividindo os compromissos, atividade que na época receberam o jargão de “pulverização de compromissos” e “terceirização como quem lava as mãos”.
Problemas ocorreram em todas as esferas da cadeia produtiva,
mas, por mais que faça sentido, não é pro ativo justificar uma falha por outra.
Procurando não fazer juízo de valor, vamos nos deter aos
reflexos deste cenário na ferramentaria. Aquele que viria a ser o último fornecedor no processo
de terceirização, e na maioria das vezes, comprometendo-se a recuperar
cronogramas defasados.
A questão é: O que faltou para as ferramentarias?
sábado, 26 de maio de 2012
CONFORMAÇÃO DE LAMINADOS
O avanço no beneficiamento de metais colaborou com a busca de formas mais estáveis para o nosso conforto. O metal trouxe novas maneiras de beneficiar outros materiais. Os instrumentos rústicos para caça, defesa e conquista de território, tiveram melhora considerável com o uso do metal, no entanto, a forma laminada para metais surgiu depois de longo tempo de utilização de outras técnicas, como a fundição e o forjamento.
Com o aperfeiçoamento da laminação, através da qualidade da composição química, uniformidade da superfície e estabilidade dimensional, surgiram aplicações em diversos produtos. A esse processo juntaram-se outros materiais de origem animal, vegetal e fóssil (como couro, celulose e polímeros) todos passíveis de conformação a partir de lamina.
As técnicas até então aplicadas em
condição artesanal e em acanhadas oficinas, foram mais tarde para plantas manufatureiras com o apoio de ferramentas mais elaboradas, mesmo sem
nenhuma automação mecânica. O aparecimento da geração e armazenamento de energia
embarcou no clima favorável da revolução industrial. Operações combinadas proporcionaram um desenvolvimento quantitativo, principalmente na capacidade produtiva de então. Aquilo que se tinha de equipamentos adquiriu novos paramentos, e, em especial, velocidade.
Na América Latina, em particular no
Brasil, o ingresso na conformação de laminados, efetivou – se com a vinda da indústria
automobilística, época da “febre do plástico”. Antes disso na
Europa e posteriormente na America do Norte, muito já havia sido feito no
processo de laminados.
No Brasil, mesmo com heroicos investimentos de algumas indústrias do ramo eletroeletrônico, o qual a
técnica de transformação tem faixa estreita de tolerância e, portanto, é mais exigida,
não foram suficientes para criar um pólo representativo de desenvolvimento no
setor. O momento político e econômico não favoreceu, formaram-se poucos
profissionais especializados.
Enquanto isso no Hemisfério Norte, apesar da já citada “febre do plástico” nas décadas de 60 a 70, os metálicos e, no caso, os laminados uniram–se aos polímeros termofixos e injetados, trazendo grandes vantagens em bens de consumo. Fato que não ocorreu no Brasil, resultando na aplicação de plástico em situações não recomendáveis para um produto com padrão mínimo de qualidade.
A data para inicio da primeira fase da publicação, em forma de capítulos semanais, esta prevista para 14/07/2012.
Enquanto isso no Hemisfério Norte, apesar da já citada “febre do plástico” nas décadas de 60 a 70, os metálicos e, no caso, os laminados uniram–se aos polímeros termofixos e injetados, trazendo grandes vantagens em bens de consumo. Fato que não ocorreu no Brasil, resultando na aplicação de plástico em situações não recomendáveis para um produto com padrão mínimo de qualidade.
Cruzamento de fitas no estampo para montagem.
A partir dos primeiros cinco anos
do novo século, impulsionados pelo momento favorável, vários setores da indústria
brasileira iniciaram uma busca pelo desenvolvimento de produtos e meios produtivos mais eficientes, deparando-se com a falta de profissionais qualificados. No
entanto, mesmo com o pouco que se investiu no século passado, foi suficiente
para notar considerável vocação dos profissionais brasileiros, sobretudo nos
aspectos de criatividade e assimilação do que existia.
É oportuno que tenhamos ações para estimular o interesse de novos profissionais, um equilíbrio entre oferta e procura. É com esse propósito que aqui será dado um modesto passo para contribuir com
este setor, especifico na engenharia, mas amplo na aplicação.
O trabalho consiste em um sistema que
agiliza a obtenção de estampos, desde o projeto do produto e meio produtivo até a construção e manutenção.
As empresas de matizaria, fabricantes de componentes para estampo, estudantes e profissionais do setor, terão acesso à literatura sobre o sistema e a forma que foi desenvolvido, no formato digital, em capítulos semanais, com texto e ilustrações de fácil compreensão, abordando todos os componentes do estampo e suas características.
No meio dessa publicação semanal, serão lançados volumes com componentes padronizados e especificação de material, tratamento térmico e tolerância, para simples inserção em projeto. Também serão mostrados os componentes com níveis de usinagem, a serem administrados em caso de estoque.
As empresas de matizaria, fabricantes de componentes para estampo, estudantes e profissionais do setor, terão acesso à literatura sobre o sistema e a forma que foi desenvolvido, no formato digital, em capítulos semanais, com texto e ilustrações de fácil compreensão, abordando todos os componentes do estampo e suas características.
No meio dessa publicação semanal, serão lançados volumes com componentes padronizados e especificação de material, tratamento térmico e tolerância, para simples inserção em projeto. Também serão mostrados os componentes com níveis de usinagem, a serem administrados em caso de estoque.
Já está em andamento a informatização
do sistema, o objetivo é que com estudo da progressão em fita, sejam buscados os desenhos dos componentes para composição de um conjunto com
anexos sobre processo de usinagem em conjunto com dados logísticos e orçamentários.
A data para inicio da primeira fase da publicação, em forma de capítulos semanais, esta prevista para 14/07/2012.
Aguardem...
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