O avanço no beneficiamento de metais colaborou com a busca de formas mais estáveis para o nosso conforto. O metal trouxe novas maneiras de beneficiar outros materiais. Os instrumentos rústicos para caça, defesa e conquista de território, tiveram melhora considerável com o uso do metal, no entanto, a forma laminada para metais surgiu depois de longo tempo de utilização de outras técnicas, como a fundição e o forjamento.
Com o aperfeiçoamento da laminação, através da qualidade da composição química, uniformidade da superfície e estabilidade dimensional, surgiram aplicações em diversos produtos. A esse processo juntaram-se outros materiais de origem animal, vegetal e fóssil (como couro, celulose e polímeros) todos passíveis de conformação a partir de lamina.
As técnicas até então aplicadas em
condição artesanal e em acanhadas oficinas, foram mais tarde para plantas manufatureiras com o apoio de ferramentas mais elaboradas, mesmo sem
nenhuma automação mecânica. O aparecimento da geração e armazenamento de energia
embarcou no clima favorável da revolução industrial. Operações combinadas proporcionaram um desenvolvimento quantitativo, principalmente na capacidade produtiva de então. Aquilo que se tinha de equipamentos adquiriu novos paramentos, e, em especial, velocidade.
Na América Latina, em particular no
Brasil, o ingresso na conformação de laminados, efetivou – se com a vinda da indústria
automobilística, época da “febre do plástico”. Antes disso na
Europa e posteriormente na America do Norte, muito já havia sido feito no
processo de laminados.
No Brasil, mesmo com heroicos investimentos de algumas indústrias do ramo eletroeletrônico, o qual a
técnica de transformação tem faixa estreita de tolerância e, portanto, é mais exigida,
não foram suficientes para criar um pólo representativo de desenvolvimento no
setor. O momento político e econômico não favoreceu, formaram-se poucos
profissionais especializados.
Enquanto isso no Hemisfério Norte, apesar da já citada “febre do plástico” nas décadas de 60 a 70, os metálicos e, no caso, os laminados uniram–se aos polímeros termofixos e injetados, trazendo grandes vantagens em bens de consumo. Fato que não ocorreu no Brasil, resultando na aplicação de plástico em situações não recomendáveis para um produto com padrão mínimo de qualidade.
A data para inicio da primeira fase da publicação, em forma de capítulos semanais, esta prevista para 14/07/2012.
Enquanto isso no Hemisfério Norte, apesar da já citada “febre do plástico” nas décadas de 60 a 70, os metálicos e, no caso, os laminados uniram–se aos polímeros termofixos e injetados, trazendo grandes vantagens em bens de consumo. Fato que não ocorreu no Brasil, resultando na aplicação de plástico em situações não recomendáveis para um produto com padrão mínimo de qualidade.
Cruzamento de fitas no estampo para montagem.
A partir dos primeiros cinco anos
do novo século, impulsionados pelo momento favorável, vários setores da indústria
brasileira iniciaram uma busca pelo desenvolvimento de produtos e meios produtivos mais eficientes, deparando-se com a falta de profissionais qualificados. No
entanto, mesmo com o pouco que se investiu no século passado, foi suficiente
para notar considerável vocação dos profissionais brasileiros, sobretudo nos
aspectos de criatividade e assimilação do que existia.
É oportuno que tenhamos ações para estimular o interesse de novos profissionais, um equilíbrio entre oferta e procura. É com esse propósito que aqui será dado um modesto passo para contribuir com
este setor, especifico na engenharia, mas amplo na aplicação.
O trabalho consiste em um sistema que
agiliza a obtenção de estampos, desde o projeto do produto e meio produtivo até a construção e manutenção.
As empresas de matizaria, fabricantes de componentes para estampo, estudantes e profissionais do setor, terão acesso à literatura sobre o sistema e a forma que foi desenvolvido, no formato digital, em capítulos semanais, com texto e ilustrações de fácil compreensão, abordando todos os componentes do estampo e suas características.
No meio dessa publicação semanal, serão lançados volumes com componentes padronizados e especificação de material, tratamento térmico e tolerância, para simples inserção em projeto. Também serão mostrados os componentes com níveis de usinagem, a serem administrados em caso de estoque.
As empresas de matizaria, fabricantes de componentes para estampo, estudantes e profissionais do setor, terão acesso à literatura sobre o sistema e a forma que foi desenvolvido, no formato digital, em capítulos semanais, com texto e ilustrações de fácil compreensão, abordando todos os componentes do estampo e suas características.
No meio dessa publicação semanal, serão lançados volumes com componentes padronizados e especificação de material, tratamento térmico e tolerância, para simples inserção em projeto. Também serão mostrados os componentes com níveis de usinagem, a serem administrados em caso de estoque.
Já está em andamento a informatização
do sistema, o objetivo é que com estudo da progressão em fita, sejam buscados os desenhos dos componentes para composição de um conjunto com
anexos sobre processo de usinagem em conjunto com dados logísticos e orçamentários.
A data para inicio da primeira fase da publicação, em forma de capítulos semanais, esta prevista para 14/07/2012.
Aguardem...

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